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Parque Natural do Sudoeste Alentejano

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 Tive o privilégio de conhecer:   O Parque natural do sudoeste Alentejano!     COMO CONHECER É BOM! Pensei em ir passar uns dias a costa vicentina, ainda era pouco falado na nossa região, estou a falar dos anos 90. Com a minha família fiz-me a estrada, quando já tinha feito mais de 300 km disse, já não falta muito para chegarmos a Costa Alentejana, o meu filho mais novo ao ouvir o que eu disse, começou a ter atenção as placas das localidades que ião aparecendo, passado alguns km, apare-se a placa Alcácer do Sal, o menino com os olhos fixos diz, estamos em Alcacér, os mais velhos riram, passado algum tempo, nova placa que dizia, Grândola, e o menino novamente a tentar ler, e diz, estamos em  Grandóla, e os mais velhos tornaram a rir, é verdade, eles riram-se mas com orgulho do puto! Porque ele estava no inicio da escola, mas já tinha aquela vontade de juntar as letras, para ler uma palavra, por isso, Conhecer é bom! Continuando a viagem chegamos a Sine...

É Única

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Como conhecer é bom! Fui a serra de Sintra Cascais, é uma serra à parte de todas as outras que há em Portugal. As árvores, as plantas, o sistema climático, as quintas existentes com os seus Palácios e recantos emblemáticos minimamente bem conservados, tudo isto é único, temos de ter tempo para apreciar algumas árvores e plantas envolventes sobre a lagoa azul e os Palácios que nos preenchem por completo. Junto ao litoral temos para apreciar e desfrutar das praias atlânticas com as suas águas frescas como é normal, a praia da Azenha do mar, com a sua piscina natural com um toque da mão do homem, a praia das Maças, praia Grande com a sua piscina emblemática, é a praia mais frequentada, a praia da Adraga é um recanto para quem gosta de sossego. Em direção a Cascais além de outras praias pode-se conhecer o Cabo da Roca que é o ponto mais ocidental do Continente Europeu, continuando a viagem pode-mos conhecer a boca do inferno que quando o mar está agressivo dá para ver a força que a água te...

Um paraíso serrano

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A minha primeira viagem em direção ao sul para conhecer outros locais, foi em 1987, sai da minha terra, sempre pela estrada nacional nº1 até Lisboa, passei para a margem sul do tejo em direção a Setúbal para conhecer a serra da arrábida, uma região que vale a pena conhecer, praias em recantos da serra únicos, aguas calmas que podemos desfrutar de  bons banhos, porque o mar assim o permite, conhecer lugares escondidos que por vezes não é fácil lá chegar, mas bale bem o esforço para os conhecer. Vou falar pelo menos em dois, o primeiro é a brecha da Arrábida, que é um espaço em que a terra se separou e no fundo o solo da brecha, uma grande parte das árvores são figueiras, então o ar que se respira tem uma frescura com aquele cheiro agradável que a figueira nos dá, é bom ficar lá mais algum tempo. A segunda é a gruta da lapa de santa Maria, estende-se até ao mar, no interior da gruta na parte mais ampla tem um pequeno santuário, apesar de estar num local escondido está limpo e organiz...

O verde que todos gostam

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Um bom conhecimento é o Gerês tem lugares com uma beleza impar, as cascatas, as piscinas naturais, zonas verdejantes, como é agradável respirar o cheiro aromático das árvores e das plantas, mais a norte, a senhora da Peneda com longas escadarias em granito a Pastoria que nos obriga a parar o carro para os animais passar. Portugal tem uma riqueza ímpar que é o Minho e arredores, enquanto estes rios  atravessar este verde encantado a vida prolonga-se por longos anos.

A primeira aventura

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É com estas situações que começamos a perceber a realidade da natureza. O conhecimento seguinte foi ir para escola, é uma mais valia e um conhecimento para toda a vida, sentimos-nos mais, mais realizados para enfrentar a vida. Com o avançar da idade, era já um jovem praticamente de maior idade, com mais três amigos entramos no mundo da aventura, "isto nos anos 70", cada um com a sua motorizada, e de mochila às costas, partimos em busca de novos conhecimentos e diversões. Fomos conhecer algumas cidades portuguesas e também conhecer a serra mais alta de Portugal, sentir o que é dormir debaixo de um tecido pouco impermeável, o colchão era uma simples manta, ouvir o zumbir do vento que parecia que estava mesmo junto a mim, ouvir ruídos e barulhos estranhos mas faltava-nos a coragem de sair da tenda para ver o que se passava. Recordo o último dia, foi passado no Luso e no Buçaco, com as minhas brincadeiras comecei a falar com uma jovem vendedora mais ou menos da minha idade, que v...

A minha primeira viagem

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A minha primeira viagem de conhecimento foi com a idade de cinco ou seis anos. Estou falar dos anos 60. A casa onde meus pais habitavam ficava ao lado da floresta, seguindo a rua florestal até as carvalhas do rocha que era um monte com grandes dimensões, tinha muitas carvalhas. Foi aí que comecei a ter contacto mais profundo com a natureza, admirado pelo tamanho das árvores e pela vegetação que tinha por debaixo das árvores, eram ervas bravas que se podia pisar e deitar-me em cima. Foi aí que conheci pela primeira vez um besouro, com cornos enormes com a forma dos cornos de um veado, era aí que eu me divertia juntamente com os meus amigos, a nossa obrigação, ordens dos nossos pais claro! Tínhamos de trazer um molhinho de gravêtos"gravêtos são rancas dos pinheiros que estão secas" mas antes de fazermos o trabalho fazíamos um baloiço com as cordas para nos divertir. Com essa mesma idade acompanhado por um tio meu, também fui conhecer o mar, foi precisamente na praia do furadour...